VALI NHA KUTELU, é aquilo que não foi dita, mas nunca deixou de existir,
mesmo esquecidos, nunca fomos fracos, a força nasce onde o abandono termina.
Aqui aprende-se a resistir desde cedo, e o povo ficou, lotou e construiu.

Calados, mas nunca rendidos, sobrevivemos porque desistir nunca foi opção, ensinou-nos a ser fortes sem aplausos.


Cada pedra, cada planta, cada sorriso das pessoas que vivem aqui faz parte deste conceito, que valoriza a autenticidade e a resistência de uma comunidade que vive em sintonia com a sua terra e o mar.

Entrada de Ribeira da Barca
Piquinho e Lém de Estrada

Mesmo cansados continuamos, a luta passou de geração em geração

Baía do Porto, Ribeira da Barca – Pescadores a concertar redes de pesca


Barcos em construção
Carpinteiro Naval
Barco avariado na praia
Porto de Ribeira da Barca

Nunca fomos fracos, apenas invisíveis.
Resistir também é ficar.
Onde faltou tudo, sobrou força.
Escola – Aqui aprende-se a resistir
Igreja
Resistimos sem barulho


Crianças. O futuro em movimento, a cultura em ação.
Entre sorrisos e corridas, a infância ganha vida.

Crianças jogando bola.

Onde a amizade e a competição se encontram
momentos de inocência e pura felicidade.


Nas raízes profundas da nossa identidade, os seus caminho conta uma história e a sua beleza da simplicidade em cada canto. A sua força e a sua determinação de quem cultiva uma ligação entre o passado e o presente.


Caminhos, que da acesso a Praia de Angra e de Podroz

Mais do que um simples vale, ela representa a conexão entre a natureza, a cultura e a vida cotidiana de uma comunidade que do topo da sua montanha pode ver a existência da beleza e dor, esperança, abandono e o descuido humano.


VALI NHA KUTELU
Resistência que não pediu permissão

Otélia Tavares

Proudly powered by WordPress